sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Sexta

Transgredireis
        Desassossegados em vossos cantos
                     Entoastes as maravilhas que descrevê-las apenas seria metonímia
Julgarei até que o fardo pesado do dia tenha sua pena
           E lá pelas tantas e quantas mais forem necessárias
                            Beberemos com o que resta de sanidade
      Pois sexta feira deixamos pra Lá
E é de lá que mandarei minha mensagem!

domingo, 5 de dezembro de 2010


não sabia que estaríamos todos aqui 
e nem sequer sai de casa pela manhã 
apenas deu tempo de colocar as galochas 
e levar comigo seu Sol. 

perguntará a pouco a um velho senhor ao lado 
que horas eram 
e quando chegaria, se faltava muito 
são tantas perguntas nesta estrada 
mas pra quê perguntar se o legal é estarmos aqui, quando chegarmos, sei lá quando ou onde, ai não será mais este presente. 


continuamos a caminhada, mesmo que sem sentidos às vezes 
mas seguimos nossos batimentos e instintos 

todos juntos em um só caminho 
acordando sonhando e dormindo passado 


Flamintos!

esplandece ao sol inquieta natureza
 que de tal maneira elegante mostra sua benevolência


somos intrépidos insaciável 
buscando o aprazível  



nossos atos são retratados com os ventos !








não temos medo 

sabemos andar pelas águas…… 






sábado, 4 de dezembro de 2010


Deixou seu ego na porta alheia e saiu sem bilhete
nem sequer tocou a campainha para fazer alarde...

                                    Caminhou para casa vazio
                                    retornando seu caráter suicida
                                    dissolvido em sua própria paz!
                                   dorme agora insatisfeito
                                   agoniza tua entrega
                                   fascinado pela noite
                                   repagina a vida
                                                                      de cabo de uma vez!

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

se



Incerto tempo que não segue um rumo certo 
por perto sentimento que por mim tomas 
e lá se vai minha indulgência 
e lá se volta incoerência 
brindar seu gosto resgatando seus passos
gastar seu dinheiro 
matar seu tempo 
fazer rima barata 
rir de minhas mentiras
olhando no espelho
esse sou eu?

domingo, 14 de novembro de 2010

SOMA

Ostonalezzi







Estou construindo utopias
segregando alegrias,  seguindo descalço as vezes, desfaço de meu corpo dorido, para seguir em frente.
Não sou de fazer segredo, apenas este capitulo esta sendo escrito aos poucos 
sentindo o cheiro do céu


Muitos dizem que podes ir tão alto e ver seu mundo tão pequeno de lá!

Arremeta-se ao universo comigo!


Somos nossos medos e quem não os tem ?
entrego-te a convicção, ideais e o poder de suas palavras, para que tome como posse tua alma pra sempre!

Deixe-se voar!
Deixe-me voar!
O vento da roda da vida faz-nos impulsionar
em uma torrente de felicidade!

Somos uma fábrica de sonhos!










quinta-feira, 11 de novembro de 2010